Golpe certeiro na terceira idade

23 06 2010

A idade vai chegando e, como consequência do enfraquecimento dos ossos, é inevitável que senhores e senhoras com mais idade passem a ser vítimas de quedas, que, muitas vezes, resultam em inúmeros danos à saúde. A guerra de pessoas mais velhas contra a osteoporose e outras doenças dos ossos tem como principal aliado à ingestão de alimentos e vitaminas que predominam a ingestão de cálcio.

Mas, para a alegria daqueles que gostam de praticar atividades físicas, além do cálcio, a batalha diária contra as inevitáveis quedas acaba de ganhar um forte aliado: a prática das artes marciais.

Pode soar estranho, mas, estudos recentemente divulgados na publicação “BMC Research Notes” indicam que o controle das quedas pode ser aperfeiçoado com a prática do Kung Fu ou do Caratê, por exemplo, e, assim, auxiliar na prevenção de fraturas nos ossos.

Mas, para a alegria daqueles que gostam de praticar atividades físicas, além do cálcio, a batalha diária contra as inevitáveis quedas acaba de ganhar um forte aliado: a prática das artes marciais.

Pode soar estranho, mas, estudos recentemente divulgados na publicação “BMC Research Notes” indicam que o controle das quedas pode ser aperfeiçoado com a prática do Kung Fu ou do Caratê, por exemplo, e, assim, auxiliar na prevenção de fraturas nos ossos.

O estudo se baseou no cálculo da força de impacto que tem as quedas de um grupo de jovens saudáveis durante a prática de artes marciais comparando com o grau de impacto das quedas que pode suportar quem sofre de osteoporose.

Desde que possa haver um controle nas quedas de pessoas com mais idade e também algumas medidas de segurança, como colchões mais grossos, a prática das artes marciais pode ensiná-las a ter mais controle do corpo e também ensinar a “cair direito”, sem, no entanto, machucá-las.

Marcos Meneguetti, mais conhecido como mestre Menega, faixa preta em 5º grau de Taekwondo, reconhece e apoia a prática de artes marciais na terceira idade.

“Para praticar as artes marciais, não tem idade, pois o mais importante não é a luta e sim o equilíbrio que o atleta adquire entre o físico e o mental. Em todas as idades, trabalha-se com o corpo e com a mente”, considera.

Não importando quantos anos a pessoa tem, quem pratica algum tipo de luta, afirma Menega, é muito melhor preparada porque passa por um processo de aprendizagem e de alongamento mais completo.

“Os alunos das artes marciais aprendem a dominar o corpo com a própria mente”, ressalta o mestre Menega, afirmando, assim, que, por meio das artes
marciais, as pessoas com mais idade conseguem controlar melhor as quedas..

Wanderley, 61, recomenda o Aikido em uma academia de Maringá, juntamente com um senhor de 77 anos e outro de 62, o empresário Wanderley Teixeira de Camargo, 61, compõe o time dos mais experientes da turma e pratica, três vezes por semana, há oito anos, o Aikido, arte marcial japonesa, criada na década de 20, pelo mestre Morihei Ueshiba.

Matéria de: Wilame Prado para odiario.com


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